Alguns agricultores do Arneiro semeavam o linho em canteiros e depois mudavam-no para outras terras tal como acontece com o arroz. O linho depois de apanhado era posto dentro dos rios ou ribeiros, para depois ser bem batido, fiado e canelado para ser tecido nos teares de onde depois se faziam lençóis, camisas, toalhas, etc.. Noutros tempos viam-se muito, toalhas de linho nas Igrejas. Não há notícia de haver teares de tecelagem no Arneiro das Milhariças.